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Poema para o meu amor doente

Agosto 25, 2008

Hoje roubei todas as rosas dos jardins

e cheguei ao pé de ti de mãos vazias.

Eugénio de Andrade,  in As Mãos e os Frutos (1ª ed., 1948, 20ª ed., Limiar, 2001)

Arte por Paul Klee, Rose Garden

3 comentários

  1. Lindo. Simplesmente!


  2. Esse Eugénio de Andrade. Grande poeta.
    Diz aqui nesse poema e mostra de uma forma subentendia o amor que sente pela amada ao ponto de compara-la com todas as rosas do jardim. Embora com todos os tipos de rosas e ao chegar ao pé da amada é como se não tivesse rosas. É que a rosa mais linda era a sua amada. É como se não tivesse rosa nenhuma.


  3. Quando se tem alguém que se ama doente, por muito que se pense o que se vai falar, dizer, aparecer com a melhor boa disposição do mundo, quando verdadeiramente estamos perto da realidade tudo que foi preparado desaparece ou perde o sentido do seu ensaio.



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