h1

Assassinei a minha poesia

Março 5, 2013

Fui pensador do absurdo e da utopia,

Cavaleiro da dimensão do nada,

Patética visão duma alvorada

Já com sintomas de esquizofrenia.

Pra me livrar do mal que me afligia 

Joguei fora os fermentos da emoção

E esta minha poética ambição

Por falta de talento apodrecia.

E depois, de com um tiro certeiro,

Destruir a caneta e o tinteiro,

Num assomo de dor me arrependi,

Ao ver a rubra tinta ainda a escorrer

Com poemas bonitos por escrever

Versos de amor guardados para ti.

Felisteu

Imagem: Nicole Morin

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: