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Poema septuagésimo nono

Junho 4, 2013

Amachuco o azul com toda a força

até ser feliz. E beijo a minha própria boca

com as tuas palavras, frutos de uma paixão

que nunca me separou do fogo, mesmo quando

as minhas mãos alisam a pele do mar

para dentro de ti encurtar a distância

que me separa já da juventude.

O azul é assim. Um fruto mágico

das árvores do sol, que alimenta e enlouquece

os pássaros do amor, esses mensageiros

dos versos que te escrevo quando

é insuportável a dor da tua ausência.

Joaquim Pessoa

Imagem: Maria Pace-Wynters

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