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Silêncio

Outubro 25, 2013

Amei-te
Abrindo-me mais que o linho entre as pernas
Mais que a alma rasgada
Entre todos os poemas…

Sentia-te carne de mim
Essência de jasmim
Na erecção da tua ânsia
Brindando êxtase de chocolate
Na íris de Afrodite
Percorrendo enseadas de nós.

Amei-te tanto
Que julguei esquecer-me!

Reinvento-me
Na força com que me despes
Silêncio
Devora de vez esse teu desejo!
Abro para ti minhas pernas!

Célia Moura, in NO HÁLITO DE AFRODITE (a publicar)

Arte por Degas

One comment

  1. O único comentário que me aprovem fazer é que apesar de este não ser um dos melhores poemas desta grande mulher que escreve com alma, sentimento, garra e que deixa na nossa alma um sentimento de amor em Afrodite, em nossos desejos e quem sabe a essência de jasmim na erecção da nossa ânsia. Tudo, tudo cavado numa alma que sofre mas que deixa para nós a mais pura da beleza poética. Gostava contudo de ver por aqui mais poemas desta nobre senhora que não deixa o seu trabalho por mãos alheias.

    Rogério Tavares.



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