Archive for the ‘Uncategorized’ Category

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Anda comigo ver os aviões

Julho 26, 2012

Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu.

Anda comigo ao porto de leixões ver os navios
A levantar ferro
A rasgar o mar.

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus.

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu…

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti.

E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti.

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti.

E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.

Grupo Os Azeitonas

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Rosa Sangue

Julho 11, 2012

Ninguém te vai parar
Perguntar…
Fazer, saber… porquê
Vais ter de te oferecer
Entender,
O que fará viver
Vê…
Não basta ir
Voar, seguir
O cerco ao fim
Aperta, trai
Morde, engana a sorte cai
Não lembra de ti
É só amor desfeito
Rosa Sangue ao peito
Lágrima que deito
Sem voltar atrás
Cresce e contamina
Tolhe a luz à vida
E afinal ensina, quebra,
Dobra a dor e entrega
Amor sincero
Honra tanto esmero
Cala o desespero é simples
Tudo o que é da vida
Herdou sentido
Tem-te se for tido
Sabe ser vivido
Fala-te ao ouvido
E nasces tu…

Amor Electro

Letra: Jorge Cruz

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Trova

Junho 30, 2012

“O mundo só vai prestar

Para nele se viver

No dia em que a gente ver

Um maltês casar

Com uma alegre andorinha

Saindo os dois a voar

O noivo e a sua noivinha

Dom Gato e Dona Andorinha”

Trova de Estevão da Escuna

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá:

Uma história de amor de Jorge Amado (excerto)

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Solamente tú

Dezembro 31, 2011

Regálame tu risa,
enseñame a sonar
con solo una caricia
me pierdo en este mar.

Regálame tu estrella,
la que ilumina esta noche,
llena de paz y de armonía,
y te entregaré mi vida

Haces que mi cielo
vuelva a tener ese azul,
pintas de colores
mis mañanas solo tú
navego entre las olas de tu voz
y tú, y tú, y tú, y solamente tú
haces que mi alma se despierte con tu luz
tú, y tú, y tú..

Enseña tus heridas y así la curará
que sepa el mundo entero
que tu voz guarda un secreto
no menciones tu nombre que en el firmamento
se mueren de celos
tus ojos son destellos
tu garganta es un misterio

Haces que mi cielo
vuelva a tener ese azul,
pintas de colores
mis mañanas solo tú
navego entre las olas de tu voz
y tú, y tú, y tú, y solamente tú
haces que mi alma se despierte con tu luz
tú, y tú, y tú..
y tú, y tú, y tú, y solamente tú
haces que mi alma se despierte con tu luz
tú, y tú, y tú…

No menciones tu nombre que en el firmamento
se mueren de celos
tus ojos son destellos
tu garganta es un misterio

Haces que mi cielo
vuelva a tener ese azul,
pintas de colores
mis mañanas solo tú
navego entre las olas de tu voz
y tú, y tú, y tú, y solamente tú
haces que mi alma se despierte con tu luz
y tú, y tú, y tú..

y tú, y tú, y tú, y solamente tú
haces que mi alma se despierte con tu luz
y tú, y tú, y tú..

Pablo Alborán

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Natal 2011

Dezembro 9, 2011

 

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A máquina

Agosto 16, 2011


Saber o que fazer,

Com isto a acontecer,

Num caso como o meu.

Ter o meu amor,

Para dar e pra vender,

Mas sei que vou ficar,

Por ter o que eu não tenho,

Eu sei que vou ficar.

É de pedir aos céus,

A mim, a ti e a Deus,

Que eu quero ser feliz,

É de pedir aos céus.

Porque este amor é meu,

E cedo, vou saber

Que triste é viver,

Que sina, ai, que amor,

Já nem vou mais chorar,

Gritar, ligar, voltar,

A máquina parou,

Deixou de tocar.

Sentir e não mentir,

Amar e querer ficar,

Que pena é ver-te assim,

Já sem saberes de ti.

Rasguei o teu perdão,

Quis ser o que já fui,

Eu não vou mais fugir,

A viagem começou,

Porque este amor é meu

E cedo vou saber,

Que triste é viver,

Que sina, ai, que amor.

Já nem vou mais chorar,

Gritar, ligar, voltar,

A máquina parou.

Deixou de tocar,

É de pedir aos céus,

A mim, a ti e a Deus,

Que eu quero é ser feliz,

É de pedir aos céus.

Porque este amor é teu,

E eu já só vou amar,

Que bom não acabou,

A máquina acordou.

A Máquina, Amor Electro

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Thinking of you

Julho 16, 2011
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Just the way you are

Fevereiro 12, 2011

Just the way you are

Bruno Mars

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Não desistas de mim

Janeiro 17, 2011

“…Ainda sei de cor o teu ventre
E o vestido rasgado de encanto
A luz da manhã e o teu corpo por dentro
E a pele na pele de quem se quer tanto…”

Pedro Abrunhosa

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Os números de 2010

Janeiro 2, 2011

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Featured image

Um duende das estatísticas pintou esta imagem abstracta, com base nos seus dados.

Cerca de 3 milhões de pessoas visitam o Taj Mahal todos os anos. Este blog foi visitado cerca de 48,000 vezes em 2010. Se este blog fosse o Taj Mahal, eram precisos 6 dias para que essas pessoas o visitassem.

 

Em 2010, escreveu 56 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 451 artigos. Fez upload de 9 imagens, ocupando um total de 907kb. Isso equivale a cerca de uma imagem por mês.

The busiest day of the year was 18 de Novembro with 455 views. The most popular post that day was Poema de amor de António e Cleopatra.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram pesquisa.clix.pt, search.conduit.com, pt.wordpress.com, facebook.com e google.pt

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por gato pingado, rosa lobato faria poemas, cleopatra, poemas de rosa lobato faria e rosa lobato faria poema

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Poema de amor de António e Cleopatra Fevereiro, 2009
2 comentários

2

Nua Novembro, 2008
1 comentário

3

O sorriso das estrelas Dezembro, 2008

4

As pequenas palavras Fevereiro, 2010
2 comentários

5

Poema para o meu amor doente Agosto, 2008
1 comentário